Em 17 de julho de 2012 o tema Defesa entrou definitivamente na agenda nacional. Nesta data o governo federal, através do ministro da Defesa Celso Amorim, entregou ao presidente do Congresso José Sarney, conforme previsto na Lei Complementar 136/2010, para apreciação do Senado e da Câmara, a versão preliminar do Livro Branco de Defesa Nacional (LBDN), bem como as atualizações da Política Nacional de Defesa (PND) e da Estratégia Nacional de Defesa (END). Tratam-se dos documentos que regem a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas Brasileiras, sendo a primeira vez na história do País que tais documentos são produzidos e encaminhados ao Congresso Nacional.
O LBDN, a PND e a END submetidos à apreciação do Congresso são os principais documentos que irão viabilizar o Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa, com investimentos previstos de R$ 561 bilhões, nos próximos anos.
A orientação do Ministério da Defesa é privilegiar o desenvolvimento de tecnologia de defesa nacional e alavancar a indústria nacional. Em todas as aquisições externas a transferência de tecnologia será uma exigência.
Um das premissas do Plano é priorizar o desenvolvimento de tecnologias duais, isto é: de emprego civil e militar, assegurando assim perenidade aos projetos.
Um país que ser protagonista no mundo, tem que ser capaz de projetar, construir e operar seus sistemas de defesa.
Para que umprograma desta enveragdura se concretize, é essencial o engajamento da sociedade na discussão deste importante tema, vital para o desenvolvimento soberano do Brasil.
por Carlos Ferreira
Carlos Ferreira, parabéns pela sua ousadia em dizer a verdade doa a quem doer!.Se o Brasil tiver pessoas que falem e cobrem atitudes governamentais, possivelmente as coisas poderão mudar. Um abraço.