Na verdade a EADS é uma empresa privada/estatal, com o são: a DCNS + Thales + Dassault (França); Airbus + MBDA (França/Alemanha/UK); Fincantieri Finmecanica (Itália) e Navantia (Espanha), sem falar nas japonesas, indianas, coreanas, suecas e claro, as chinesas.
Vejam o caso emblemático da GM que, estatizada pelo governo norte-americano, voltou a ser a maior fabricante mundial de veículos automotores.
O caminho é realmente por aí, como preconiza o jornalista Mauro Santayana no artigo abaixo.
Também cabe ressaltar ser de todo inaceitável que o governo brasileiro e a Petrobras cedam à brutal pressão a que estão submetidos, e aceitem reduzir o índice de nacionalização, nas encomendas de equipamentos e meios navais para o Pré-Sal.
“Petróleo, indústria naval, indústria aeroespacial e de defesa são setores estratégicos que devem ser tratados com prioridade estratégica. Já passou da hora de o Brasil quebrar a espinha dorsal do boicote internacional à transferência de tecnologia de ponta para o país.
Estamos atrasados na constituição, com recursos do tesouro, via BNDES, de grandes estatais estratégicas para atuar nesses setores. Isso ocorre na Europa, com a EADS (Companhia Européia de Defesa Aeronáutica e do Espaço, constituída de empresas privadas estratégicas), ou como já fazem há tempos os nossos sócios do BRICS.”
Artigo completo: http://www.maurosantayana.com/2012/06/o-uso-estrategico-do-bndes-recuperacao.html