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	<title>Comentários sobre: O lado obscuro de projetos de energia solar e eólica</title>
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	<description>&#34;Desenvolvimento com Soberania e Justiça Social&#34;</description>
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		<title>Por: Carlos Ferreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Dec 2012 19:52:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sérgio, boa observação e, principalmente um a oportunidade para eu fazer um esclarecimento: sou favorável a todas as formas de geração renovável, seja eólica, solar, biomassa, por marés ou nuclear, ou outras. 
Sendo da área nuclear, também considerada renovável, apesar da negação de muitos, sei bem o que é ser discriminado e atacado, fruto do desconhecimento e sensacionalismo com que a nuclear é tratada de um a maneira geral, principalmente na mídia. 
Todos nós sabemos que não existe atividade industrial de risco zero, principalmente em geração elétrica, o que fazemos é minimizar os eventuais riscos como processos contínuos de aprendizado,  desenvolvimento e aperfeiçoamento de projetos e processos.
No nosso Brasil, temos a mais adequada das fontes, graças à Deus, a hídrica, atuando na base e respondendo por mais de 80% da matriz energética, as demais fontes são complementares e, nos casos eólicos, solar e biomassa, locais, uma vez que dependem de safras; insolação e ventos, os quais não são constantes. Portanto, jamais podem ser consideradas como recurso na base.
Porém, como agora, quando o regime de chuvas está fortemente alterado, estamos sob risco, vendo os nossos reservatórios secando a cada dia. Nas sociedades modernas, energia é insumo básico, pois vai desde o funcionamento das indústrias, ao transporte de massa, sistemas de abastecimento d´água e saneamento, até o conforto de nossas casas. Como resolver o problema, vista que não há como atuarmos sobre o regime de chuvas? Resposta: tendo capacidade instalada de base, as termoelétricas, que inclusive estão a pleno gás, no momento.
Destas as fontes são basicamente: óleo diesel; óleo combustível; gás; carvão e nuclear.  Exceto a fonte nuclear, todas as demais são fortes contribuintes para o efeito estufa. Daí que defendo um incremento da fonte nuclear para 5% da matriz. Para efeito de comparação, hoje, Angra 1 e 2 contribuem com 2,8% na geração elétrica brasileira. Assim, o aumento da geração núcleo-elétrica seria ainda muito pequeno dentro da matriz, mas de grande importância para a segurança do sistema e a manutenção dos estoques d´água nos reservatórios.
Forte abraço,
Carlos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio, boa observação e, principalmente um a oportunidade para eu fazer um esclarecimento: sou favorável a todas as formas de geração renovável, seja eólica, solar, biomassa, por marés ou nuclear, ou outras.<br />
Sendo da área nuclear, também considerada renovável, apesar da negação de muitos, sei bem o que é ser discriminado e atacado, fruto do desconhecimento e sensacionalismo com que a nuclear é tratada de um a maneira geral, principalmente na mídia.<br />
Todos nós sabemos que não existe atividade industrial de risco zero, principalmente em geração elétrica, o que fazemos é minimizar os eventuais riscos como processos contínuos de aprendizado,  desenvolvimento e aperfeiçoamento de projetos e processos.<br />
No nosso Brasil, temos a mais adequada das fontes, graças à Deus, a hídrica, atuando na base e respondendo por mais de 80% da matriz energética, as demais fontes são complementares e, nos casos eólicos, solar e biomassa, locais, uma vez que dependem de safras; insolação e ventos, os quais não são constantes. Portanto, jamais podem ser consideradas como recurso na base.<br />
Porém, como agora, quando o regime de chuvas está fortemente alterado, estamos sob risco, vendo os nossos reservatórios secando a cada dia. Nas sociedades modernas, energia é insumo básico, pois vai desde o funcionamento das indústrias, ao transporte de massa, sistemas de abastecimento d´água e saneamento, até o conforto de nossas casas. Como resolver o problema, vista que não há como atuarmos sobre o regime de chuvas? Resposta: tendo capacidade instalada de base, as termoelétricas, que inclusive estão a pleno gás, no momento.<br />
Destas as fontes são basicamente: óleo diesel; óleo combustível; gás; carvão e nuclear.  Exceto a fonte nuclear, todas as demais são fortes contribuintes para o efeito estufa. Daí que defendo um incremento da fonte nuclear para 5% da matriz. Para efeito de comparação, hoje, Angra 1 e 2 contribuem com 2,8% na geração elétrica brasileira. Assim, o aumento da geração núcleo-elétrica seria ainda muito pequeno dentro da matriz, mas de grande importância para a segurança do sistema e a manutenção dos estoques d´água nos reservatórios.<br />
Forte abraço,<br />
Carlos</p>
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	<item>
		<title>Por: Sergio Schiavom</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/carlosferreira/2011/11/01/lado-obscuro-de-projetos-de-energia-solar-eolica/#comment-11920</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sergio Schiavom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Dec 2012 18:19:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/carlosferreira/?p=524#comment-11920</guid>
		<description><![CDATA[Concordo com o José Santoro.
Risco existe quando saimos de casa de manhã.
O grande problema é o empregador colocar em seu custo o treinamento de pessoas e quando o coloca, efetivar o mesmo.
E por outro lado, o proprio trabalhador que se recusa a mudar habitos e preocedimentos de trabalho, antigos e inseguros.
Quantas empresas se descuidam deste parecer e são multadas pelos orgão de fiscalização do Trabalho?  Isto em atividades corriqueiras e banais como  a construção civil, eletrica, etc..
Agora, imaginem um novo traballho que envolve multidisciplinas de proteção como altura, eletricidade, mecanica, aerodinamica, etc..
Cuidados deveremos ter com qualquer uma delas, mas o artigo acima mais parece uma supervalorização de acidentes que, na maioria das vezes são evitaveis. 
E uma maneira de atacar a eólica que floresce sem cessar, motivando ao publico comum a acreditar em um &quot;novo monstro a solta&quot;.
Guardemos as proporções em relação a importancia de tudo e seguindo as normas de segurança, este é um trabalho como outro qualquer. 
&quot;Fatalidade é quando tudo o que poderia evitar a tragédia foi feito e mesmo assim ela aconteceu. O restante é descuido&quot;.
Sergio Schiavom
Engenheiro Eletricista]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o José Santoro.<br />
Risco existe quando saimos de casa de manhã.<br />
O grande problema é o empregador colocar em seu custo o treinamento de pessoas e quando o coloca, efetivar o mesmo.<br />
E por outro lado, o proprio trabalhador que se recusa a mudar habitos e preocedimentos de trabalho, antigos e inseguros.<br />
Quantas empresas se descuidam deste parecer e são multadas pelos orgão de fiscalização do Trabalho?  Isto em atividades corriqueiras e banais como  a construção civil, eletrica, etc..<br />
Agora, imaginem um novo traballho que envolve multidisciplinas de proteção como altura, eletricidade, mecanica, aerodinamica, etc..<br />
Cuidados deveremos ter com qualquer uma delas, mas o artigo acima mais parece uma supervalorização de acidentes que, na maioria das vezes são evitaveis.<br />
E uma maneira de atacar a eólica que floresce sem cessar, motivando ao publico comum a acreditar em um &#8220;novo monstro a solta&#8221;.<br />
Guardemos as proporções em relação a importancia de tudo e seguindo as normas de segurança, este é um trabalho como outro qualquer.<br />
&#8220;Fatalidade é quando tudo o que poderia evitar a tragédia foi feito e mesmo assim ela aconteceu. O restante é descuido&#8221;.<br />
Sergio Schiavom<br />
Engenheiro Eletricista</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Santoro Neto</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/carlosferreira/2011/11/01/lado-obscuro-de-projetos-de-energia-solar-eolica/#comment-7892</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Santoro Neto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 17:55:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/carlosferreira/?p=524#comment-7892</guid>
		<description><![CDATA[Caros, boa tarde!
Realmente o perigo existe com as turbinas,  mas, painéis solar é puro descuido, pois acho que não se pode atribuir esse tipo de acidente a esta tecnologia.
O que deveríamos fazer então com os acidentes da construção civil? Trabalhadores que caem de andaimes, construindo madeiramentos de residencias, instalando telhados na colocação de telhas. Penso que neste caso, os de painéis, deveria ser repensado, pois, uma vez que condenamos uma instalação dessas, estaríamos colaborando com o desuso da tecnologia tão bem aceita e que acada momento está mais ao alcance da classe mais baixa.
O que diríamos sobre ventos que levam telhas de alumínio, concreto aos ares???
Att
Neto]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros, boa tarde!<br />
Realmente o perigo existe com as turbinas,  mas, painéis solar é puro descuido, pois acho que não se pode atribuir esse tipo de acidente a esta tecnologia.<br />
O que deveríamos fazer então com os acidentes da construção civil? Trabalhadores que caem de andaimes, construindo madeiramentos de residencias, instalando telhados na colocação de telhas. Penso que neste caso, os de painéis, deveria ser repensado, pois, uma vez que condenamos uma instalação dessas, estaríamos colaborando com o desuso da tecnologia tão bem aceita e que acada momento está mais ao alcance da classe mais baixa.<br />
O que diríamos sobre ventos que levam telhas de alumínio, concreto aos ares???<br />
Att<br />
Neto</p>
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