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	<title>Comentários sobre: A indústria naval brasileira navega de vento em popa</title>
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	<description>&#34;Desenvolvimento com Soberania e Justiça Social&#34;</description>
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		<title>Por: Carlos Ferreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 13:25:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O neoliberalismo implantado no país nos anos 90 fez desaparecer não só a indústria da construção naval, como também as empresas de navegação, brasileiras. Estas, quando não faliram, foram compradas por transnacionais. Ainda hoje, a participação de bandeira brasileira na navegação de cabotagem é mínima e na de longo curso praticamente inexistente.  A exceção é a Petrobrás, através da Transpetro.  
O renascimento da indústria naval no Brasil, que chegou a ser a 2ª maior do mundo, na década de 70, está ocorrendo graças a Petrobrás e somente a ela. Veja o péssimo exemplo da Vale que comprou na China, 12 navios com capacidade para 400 mil toneladas de minério de ferro e, agora não tem autorização dos chineses para aportar nos portos da China! Ficou com os elefantes brancos.
Maciel, sou oriundo do Estaleiro Ishibrás e, se me permite uma sugestão, com a experiência que você tem, a área de logística me parece ser a sua melhor opção. Nesta, que esta crescendo cada vez mais, a lateralidade é imensa. Você pode atuar em diversas áreas específicas, seja marítima, aérea, rodoferroviária ou, na fronteira mais promissora que é a modal. 
Forte abraço,
Carlos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O neoliberalismo implantado no país nos anos 90 fez desaparecer não só a indústria da construção naval, como também as empresas de navegação, brasileiras. Estas, quando não faliram, foram compradas por transnacionais. Ainda hoje, a participação de bandeira brasileira na navegação de cabotagem é mínima e na de longo curso praticamente inexistente.  A exceção é a Petrobrás, através da Transpetro.<br />
O renascimento da indústria naval no Brasil, que chegou a ser a 2ª maior do mundo, na década de 70, está ocorrendo graças a Petrobrás e somente a ela. Veja o péssimo exemplo da Vale que comprou na China, 12 navios com capacidade para 400 mil toneladas de minério de ferro e, agora não tem autorização dos chineses para aportar nos portos da China! Ficou com os elefantes brancos.<br />
Maciel, sou oriundo do Estaleiro Ishibrás e, se me permite uma sugestão, com a experiência que você tem, a área de logística me parece ser a sua melhor opção. Nesta, que esta crescendo cada vez mais, a lateralidade é imensa. Você pode atuar em diversas áreas específicas, seja marítima, aérea, rodoferroviária ou, na fronteira mais promissora que é a modal.<br />
Forte abraço,<br />
Carlos</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: RUBERLAN MACIEL</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/carlosferreira/2011/08/05/industria-naval-brasileira-navega-de-vento-em-popa/#comment-1888</link>
		<dc:creator><![CDATA[RUBERLAN MACIEL]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 21:35:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Trabalho na área de logística e transporte com faturamento, roteirização, estoque e demais rotinas do setor. Gostaria de saber como faço para conseguir trabalhar na industria naval?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho na área de logística e transporte com faturamento, roteirização, estoque e demais rotinas do setor. Gostaria de saber como faço para conseguir trabalhar na industria naval?</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Ferreira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/carlosferreira/2011/08/05/industria-naval-brasileira-navega-de-vento-em-popa/#comment-1194</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 15:36:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Trabalhei na Ishibrás na época em  que o Brasil era o 2º maior em construção naval (o 1º era o Japão), nós tínhamos o maior dique seco do hemisfério sul. O que o governo fez nos anos 80: afundou tudo, e os governos seguintes acabaram com o que restou da indústria naval no País. 
Na Ishibrás, Estaleiro Inhaúma, projetávamos e fabricávamos tudo, até os motores navais (alguns com 3 pavimentos de altura), dava orgulho. Nos anos 90 o governo vendeu a “massa falida” quem a comprou,  revendeu até a fiação elétrica dos prédios como sucata. Agora, a Petrobrás arrendou o estaleiro e tem que reconstruir todas as instalações. Mesmo assim, para produzir navios aqui com aço, componentes e equipamentos importados, sem falar claro, do projeto, pois, não temos mais capacidade de projetar navios. Os motores, hoje, nem mais o auxiliares, pequenos, temos a tecnologia e fabricantes para projetá-los e construí-los.
O suor de gerações jogado no lixo. E isto vem desde Mauá. Com a elite/políticos que temos, somente “loucos” como nós ainda persistem nesta faina.
Apesar disto, é extremamente importante a retomada da construção naval no Brasil, e isto esta sendo possível graças ao esforço da Petrobrás. Lembre-se que a Vale do Rio Doce, agora chamada Vale compra seus navios na Ásia e a participação de armadores nacionais na navegação de longo-curso, é ínfima.
Abs
Carlos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhei na Ishibrás na época em  que o Brasil era o 2º maior em construção naval (o 1º era o Japão), nós tínhamos o maior dique seco do hemisfério sul. O que o governo fez nos anos 80: afundou tudo, e os governos seguintes acabaram com o que restou da indústria naval no País.<br />
Na Ishibrás, Estaleiro Inhaúma, projetávamos e fabricávamos tudo, até os motores navais (alguns com 3 pavimentos de altura), dava orgulho. Nos anos 90 o governo vendeu a “massa falida” quem a comprou,  revendeu até a fiação elétrica dos prédios como sucata. Agora, a Petrobrás arrendou o estaleiro e tem que reconstruir todas as instalações. Mesmo assim, para produzir navios aqui com aço, componentes e equipamentos importados, sem falar claro, do projeto, pois, não temos mais capacidade de projetar navios. Os motores, hoje, nem mais o auxiliares, pequenos, temos a tecnologia e fabricantes para projetá-los e construí-los.<br />
O suor de gerações jogado no lixo. E isto vem desde Mauá. Com a elite/políticos que temos, somente “loucos” como nós ainda persistem nesta faina.<br />
Apesar disto, é extremamente importante a retomada da construção naval no Brasil, e isto esta sendo possível graças ao esforço da Petrobrás. Lembre-se que a Vale do Rio Doce, agora chamada Vale compra seus navios na Ásia e a participação de armadores nacionais na navegação de longo-curso, é ínfima.<br />
Abs<br />
Carlos</p>
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	<item>
		<title>Por: Dr. Não Me Faça Rir</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/carlosferreira/2011/08/05/industria-naval-brasileira-navega-de-vento-em-popa/#comment-1187</link>
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Não Me Faça Rir]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 05:06:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Indústria Naval do Brasil de vento em popa? Só pode estar brincando. Qualquer pequeno país na Europa fabrica mais navios que o Brasil. Brasil não produz patavina de porta contentores, e nunca produziram 1 navio de cruzeiros ou ferry digno desse nome na vida. O &quot;Log-IN Jacarandá&quot; foi p 1º porta contentores construido no Brasil neste século! Ora isto é uma vergonha!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Indústria Naval do Brasil de vento em popa? Só pode estar brincando. Qualquer pequeno país na Europa fabrica mais navios que o Brasil. Brasil não produz patavina de porta contentores, e nunca produziram 1 navio de cruzeiros ou ferry digno desse nome na vida. O &#8220;Log-IN Jacarandá&#8221; foi p 1º porta contentores construido no Brasil neste século! Ora isto é uma vergonha!</p>
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