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	<title>Caleidoscópio Brasileiro &#187; Internacional</title>
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		<title>Notícias da economia: Avança a desnacionalização</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 12:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rennan Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ceci Juruá &#124; Rio de Janeiro, 04/01/2016 No Brasil, este ano começa sob o signo da desnacionalização, pois afinal de contas o momento é propício ao crescimento dos conglomerados, trustes e cartéis  internacionais. Em ambiente recessivo, muitas empresas, sobretudo quando &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/caleidoscopiobrasileiro/2016/01/05/noticias-da-economia-avanca-a-desnacionalizacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Ceci Juruá | Rio de Janeiro, 04/01/2016</strong></p>
<p><img class="aligncenter" alt="" src="http://www.cpa.org.au/guardian/2011/1510/images/10-imperialism.gif" width="600" height="521" /></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Calibri; font-size: medium;">No Brasil, este ano começa sob o signo da desnacionalização, pois afinal de contas o momento é propício ao crescimento dos conglomerados, trustes e cartéis  internacionais. Em ambiente recessivo, muitas empresas, sobretudo quando brasileiras, </span><span style="color: #000000; font-family: Calibri; font-size: medium;">não conseguem pagar dividas contraídas sob a perspectiva (equivocada) de um crescimento linear, permanente. Sob pressão dos credores, donos e acionistas de unidades nacionais endividadas são levados a buscar novas fontes de crédito e/ou desfazer-se de ativos.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Calibri; font-size: medium;">Nesta primeira segunda feira de 2016, somos informados da capitulação de mais um grupo econômico brasileiro &#8211; o Grupo Ruette &#8211; , que acaba de vender duas usinas de açúcar (localizadas em Paraíso e Ubarana, SP) à gestora Black River, subsidiária da Cargill com sede em Minesotta (EUA). As duas usinas desnacionalizadas processam, juntas, 3,5 milhões de tonelada/ano.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Calibri; font-size: medium;">Não houve dinheiro à vista nessa operação. A Black River assumiu a dívida de R$ 530 milhões, por um prazo de até dez anos. A família Ruette liberou-se da dívida e retornou assim à propriedade integral de 5 mil hectares (até então hipotecados) dedicados ao cultivo da cana, matéria- prima que vai alimentar as usinas compradas pela Black River por 21 anos. A expectativa da família é usufruir de renda mensal em torno de R$ 300 mil.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Calibri; font-size: medium;">Foi uma operação peculiar segundo <em>Valor</em> (de onde foram retiradas as informações constantes deste texto), pois o grupo Ruette entrou com pedido de recuperação judicial logo depois de ter captado novos recursos, e apesar de não ter dívidas vencidas. Em decorrência o Santander, mandatário dos 30 credores financeiros, propôs o acordo de venda em troca da retirada do pedido de recuperação. E assim foi feito.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Calibri; font-size: medium;">Resumindo – por falta de “oxigênio” (crédito a juros civilizados), novos ativos vão sendo apropriados pelos grupos estrangeiros que aqui atuam com total liberdade e quase sem pagar impostos. A sede dos estrangeiros, no Brasil, é, coincidentemente, São Paulo. Sem gastar um tostão, a Cargill amplia seu poder local e internacional, por meio de sua subsidiária Black River, poderoso ator dos mercados financeiros, um elemento estratégico da Haute Finance!</span></p>
<p>***</p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Calibri; font-size: medium;">Fonte: jornal Valor, B-10, 31 de dezembro a 4 de janeiro de 2006.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Calibri; font-size: medium;"><strong>Ceci Juruá</strong> é economista, doutora em Políticas Públicas.</span></p>
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		<title>O sistema financeiro merece impeachment já!</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2015 10:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rennan Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ceci Juruá &#124; Rio de Janeiro, dezembro de 2015 Em brilhante conferencia[1] apresentada durante o  3º. Encontro Nacional  da CNTU[2], em dezembro deste ano,  o prof. Ladislau Dowbor defendeu o ponto de vista que os intermediários financeiros são, na atualidade, meros atravessadores. A &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/caleidoscopiobrasileiro/2015/12/14/o-sistema-financeiro-merece-impeachment-ja/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Ceci Juruá | Rio de Janeiro, dezembro de 2015</strong></p>
<p><img class="aligncenter" alt="" src="http://www.cartamaior.com.br/arquivosCartaMaior/FOTO/169/6CBDB08D7CE6DA3284E13752F3F8CAC10F19771D0D8D71CD38A4C78191EEB351.jpg" width="640" height="348" /></p>
<p><span style="color: #000000;">Em brilhante conferencia</span><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftn1" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftnref1"><span style="color: #0563c1;">[1]</span></a><span style="color: #000000;"> apresentada durante o</span><span style="color: #000000;">  </span><span style="color: #000000;">3º. Encontro Nacional </span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">da CNTU</span><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftn2" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftnref2"><span style="color: #0563c1;">[2]</span></a><span style="color: #000000;">, em dezembro deste ano, </span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">o prof. Ladislau Dowbor defendeu o ponto de vista que os intermediários financeiros são, na atualidade, meros atravessadores. A economia brasileira para, e está parando segundo Dowbor, porque o sistema de intermediação financeira trava os três motores da economia: a produção a cargo dos empresários, a demanda das famílias e os investimentos públicos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Tais questões ficariam muito claras, explica Dowbor, se dispuséssemos no Brasil de um fluxo financeiro integrado.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Como este fluxo não existe, tem sido difícil quantificar os efeitos da ação dos bancos sobre os distintos setores da economia real.</span><span style="color: #000000;">  </span><span style="color: #000000;">Valendo-se de alguns exercícios, a partir das estatísticas disponíveis, Dowbor afirma, por exemplo:</span></p>
<blockquote><p><span style="color: #000000;">&#8220;Abstraindo a divida pública, os bancos se apropriam de uma carga de juros anuais de R$ 880 bilhões, 15,4% do PIB. Uma massa de recursos deste porte transforma a economia (&#8230;) esterilizando a dinamização da economia pelo lado da demanda (&#8230;)</span><span style="color: #000000;">  </span><span style="color: #000000;">a parte da renda familiar que vai para o pagamento das dívidas passou de 19,3% em 2005 para 46,5% em 2015.&#8221;</span></p></blockquote>
<p><span style="color: #000000;">Além de travar a demanda das famílias, os juros extorsivos cobrados pelos bancos no Brasil impedem que os empresários privados recorram ao crédito.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Em média, explica Dowbor, os juros são de 24% para capital de giro, 35% para desconto de duplicatas. Enquanto isto, “na zona euro o custo médio para pessoa jurídica é de 2,20% ao ano.”</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os resultados macroeconômicos fornecidos pelo IBGE</span><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftn3" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftnref3"><span style="color: #0563c1;">[3]</span></a><span style="color: #000000;"> confirmam a percepção do ilustre professor da USP</span><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftn4" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftnref4"><span style="color: #0563c1;">[4]</span></a><span style="color: #000000;">.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Em média, durante os últimos 20 anos, a repartição da renda interna bruta, gerada no processo econômico, privilegiou o capital, capaz de se apropriar de um percentual que oscila em torno de 40% desta renda.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Outro tanto vai para os trabalhadores.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">O restante entre 15% e 20% fica com o governo, incluídos nesta parcela os benefícios da previdência social pública.</span><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em grandes linhas, os números da macroeconomia expõem o drama do subdesenvolvimento e da concentração de renda que o caracteriza:</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">5% da população, empresários e rentistas, absorvem parcela da renda nacional idêntica à que sustenta 95% da população brasileira.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Além disso, estes mesmos 5%, privilegiados no processo produtivo, são capazes de um comportamento que pode ser visto como indigno, </span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">pois transferem</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">para seus clientes, empregados e fornecedores, impostos diretos que deveriam ser de sua responsabilidade, caso do IPTU e ITR, do IPVA dos veículos luxuosos que os servem em suas empresas e, geralmente, do próprio Imposto de Renda que incide sobre ganhos empresariais.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Estes impostos, diretos, deveriam constituir instrumentos de redistribuição de renda à disposição dos governos.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Aqui, no entanto, eles se prestam a um novo mecanismo de extorsão, não-legal, da renda das famílias.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Também é de conhecimento público que a classe empresarial brasileira, assumindo postura de cúmplice da financeirização e do rentismo, que privilegiam particularmente bancos e atores financeiros mas também as grandes empresas, ousam uma campanha sórdida contra os trabalhadores, quando afirmam que o orçamento fiscal não suporta a democracia.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Querem na verdade reduzir salários e direitos dos trabalhadores, em particular as transferências que o Governo faz para extirpar a fome e a miséria, caso do Bolsa Família.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Querem também liquidar a previdência pública e deixá-la a reboque de planos privados que sugam mais dinheiro da renda familiar e o transferem ao sistema bancário.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Lideram por isto uma campanha feroz contra a atual presidente da República e contra os partidos que, com erros e acertos, vem procurando mitigar os efeitos perversos do neoliberalismo aqui reinstalado na década de 1990.</span><span style="color: #000000;">  </span><span style="color: #000000;">Como oligarquia, a ação anti-democrática dos plutocratas dispõe de amplo apoio nas camadas mais bem pagas da burocracia, Judiciário e Legislativo.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Apoio amplo, mas não generalizado.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Ainda hoje, a maioria de juízes e magistrados, de políticos, prefeitos e governadores, não se curvou às exigências da minoria que gostaria de reintroduzir no Brasil a escravidão e o sistema de agregados da “casa grande”.</span><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Por isto é necessário um golpe, um golpe de Estado que reponha no poder senhores e vassalos da financeirização e do rentismo.</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Em lugar de apontar a causa real da estagnação da economia brasileira, como o faz brilhantemente o prof. Ladislau Dowbor</span><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftn5" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftnref5"><span style="color: #0563c1;">[5]</span></a><span style="color: #000000;">, seus intelectuais orgânicos apontam como inimigos da nação a Constituição Cidadã, os direitos sociais e trabalhistas e os governantes que os respeitam.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Não passarão!</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Mas é preciso que o povo nas ruas e nas tribunas democráticas imponha agora e já:</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">IMPEACHMENT PARA O SISTEMA FINANCEIRO!</span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">DEVOLVAM ÀS FAMÍLIAS DOS TRABALHADORES BRASILEIROS OS RESULTADOS DE UMA PILHAGEM QUE JÁ DURA 25 ANOS!</span></p>
<p>***</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Ceci Juruá</strong> é economista, doutora em políticas públicas, membro do Forum 21, do Conselho Consultivo da CNTU e da diretoria do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos/IBEP.</span><span style="color: #000000;"> </span></p>
<div>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftnref1" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftn1"><span style="color: #0563c1;">[1]</span></a><span style="color: #000000; font-family: Calibri;"> Ladislau Dowbor. Resgatando o potencial financeiro do Brasil.</span>  <span style="color: #000000; font-family: Calibri;">Outubro de 2015.</span></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftnref2" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftn2"><span style="color: #0563c1;">[2]</span></a><span style="color: #000000; font-family: Calibri;"> Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados</span></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftnref3" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftn3"><span style="color: #0563c1;">[3]</span></a><span style="color: #000000; font-family: Calibri;"> Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</span></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftnref4" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftn4"><span style="color: #0563c1;">[4]</span></a><span style="color: #000000; font-family: Calibri;"> Universidade Federal de São Paulo</span></p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=wm#_ftnref5" target="_blank" name="1519c99f75b244aa__ftn5"><span style="color: #0563c1;">[5]</span></a><span style="color: #000000; font-family: Calibri;"> Seus livros e textos estão todos disponibilizados gratuitamente em seu blog.</span></p>
</div>
</div>
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		<title>Notícias da economia: Relações entre o BCE e as altas finanças mundiais</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2015 10:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rennan Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ceci Juruá &#124; Rio de Janeiro, 19/10/2015 Podemos ler hoje, no jornal Le Monde on line, a seguinte informação: - o BCE injeta regularmente, a cada mês, SESSENTA BILHÕES DE EUROS na economia da UE, comprando títulos de dívida, &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/caleidoscopiobrasileiro/2015/10/20/noticias-da-economia-relacoes-entre-o-bce-e-as-altas-financas-mundiais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Ceci Juruá | Rio de Janeiro, 19/10/2015</strong></p>
<p>Podemos ler hoje, no jornal Le Monde on line, a seguinte informação:</p>
<p>- o BCE injeta regularmente, a cada mês, SESSENTA BILHÕES DE EUROS na economia da UE, comprando títulos de dívida, majoritariamente pública, a fim de irrigar o sistema de crédito e favorecer a desvalorização do Euro.</p>
<p>O objetivo central destas facilidades monetárias (criação de moeda podre?) é estimular o crescimento econômico e deter a tendência de deflação nos países da UE.</p>
<p>No Brasil esta prática é proibida, por força da LRF/Lei de Responsabilidade Fiscal. Por isto aqui, em nosso país, as operações de enxugamento de liquidez tem que ser feitas com títulos do Tesouro depositados no Bacen. Vejam artigos do IPEA sobre o tema, especialmente de Sérgio Gobetti e Bernardo Schettini. Em decorrência, portanto, das cláusulas restritivas da LRF/2000, se esta &#8220;moeda podre&#8221; em vias de emissão pelo BCE vier para o Brasil comprar nossos ativos produtivos ou simplesmente especular, as operações necessárias de enxugamento da liquidez deverão ser realizadas com títulos do Tesouro Nacional.</p>
<p>Tudo indica que o senador José Serra não considerou tais diferenças, institucionais e jurídicas, entre BCE e BACEN, em sua proposta de emenda ao projeto 84/2007, em vias de análise no Senado brasileiro. Mas são diferenças relevantes, desconhecidas provavelmente dos advogados e procuradores que atuam no ramo de controle externo das contas da União.</p>
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		<title>Notícias da Economia globalizada: Estado e sistema bancário em tempos neoliberais</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/caleidoscopiobrasileiro/2015/10/15/noticias-da-economia-globalizada-estado-e-sistema-bancario-em-tempos-neoliberais/</link>
		<comments>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/caleidoscopiobrasileiro/2015/10/15/noticias-da-economia-globalizada-estado-e-sistema-bancario-em-tempos-neoliberais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 16:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rennan Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ceci Juruá &#124; Rio de Janeiro, outubro de 2015 Em 2008, um dos maiores bancos da França, a  Société Générale,  declarou prejuízos de 4,9 bilhões de euros (mais de R$ 20 bilhões), e atribuiu este resultado ao  “affaire  Kerviel” &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/caleidoscopiobrasileiro/2015/10/15/noticias-da-economia-globalizada-estado-e-sistema-bancario-em-tempos-neoliberais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Ceci Juruá | Rio de Janeiro, outubro de 2015</strong></p>
<p><img class="aligncenter" alt="" src="http://www.highprofilesnews.com/wp-content/uploads/2014/03/Christine-Lagarde-directrice-du-FMI.jpg" width="500" height="333" /></p>
<p>Em 2008, um dos maiores bancos da França, a  Société Générale,  declarou prejuízos de 4,9 bilhões de euros (mais de R$ 20 bilhões), e atribuiu este resultado ao  “affaire  Kerviel” (apostas realizadas nos mercados financeiros por um funcionário da SG, Jerome Kerviel).</p>
<p>Declarando-se isenta de responsabilidade, a sociedade bancária beneficiou de um crédito fiscal no valor de 2,2 bilhões de euros que lhe foram repassados pelo Estado francês em 2009 e 2010.  Hoje há dúvidas sobre a legitimidade de tal dedução fiscal que cobriu, de fato,  cerca de 40%  dos prejuízos declarados, com base no argumento de que se tratou de uma fraude cuja responsabilidade foi imputada exclusivamente a um funcionário do banco – Jerome Kerviel.</p>
<p>Na ocasião em que ocorreram estes fatos, a titular do Ministério de Economia e Finanças da França  era Christine Lagarde, que hoje é um membro destacado na diretoria do Fundo Monetário Internacional, entidade com imensas responsabilidades mundiais no plano econômico-financeiro, responsabilidades que lhe permitem, inclusive, participar das configuração das atribuições de vários Estados nacionais, sobretudo daqueles localizados fora do espaço de poder da Tríade.</p>
<p>_____  Fonte:  Le Monde on line em 15 de outubro de 2015.</p>
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