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	<title>Blog do Bruno Galvão &#187; Economia</title>
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		<title>Taxa de juros baixas e o ciclo expansivo da economia mundial</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 19:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Galvão]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Bruno Galvão Taxas de juros – de curto e longo prazo – muito reduzidas nos países exportadores de capital têm efeitos muito positivos para a expansão mundial. Em primeiro lugar, o rendimento insignificante faz com que os detentores de &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/brunogalvao/2010/10/05/taxa-de-juros-baixas-e-o-ciclo-expansivo-da-economia-mundial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Bruno Galvão</p>
<p>Taxas de juros – de curto e longo prazo – muito reduzidas nos países exportadores de capital têm efeitos muito positivos para a expansão mundial. Em primeiro lugar, o rendimento insignificante faz com que os detentores de capital desejem aplicar em oportunidades mais rentáveis – ações, investimento produtivos</p>
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		<title>Condições para uma nova era de Desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 19:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Galvão]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Editoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Bruno Galvão O pós-guerra é conhecido como o período do desenvolvimento, tanto do ponto de vista da política econômica, quanto da teoria. As décadas de 1940 e 1950 são marcadas por profusão de teorias de desenvolvimento da periferia[1], pelo &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/brunogalvao/2010/10/05/condicoes-para-uma-nova-era-de-desenvolvimento/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Bruno Galvão</p>
<p>O pós-guerra é conhecido como o período do desenvolvimento, tanto do ponto de vista da política econômica, quanto da teoria. As décadas de 1940 e 1950 são marcadas por profusão de teorias de desenvolvimento da periferia<a href="#_ftn1">[1]</a>, pelo otimismo quanto à possibilidade de superação de desenvolvimento e pela adoção sistemática de políticas com o objetivo de acelerar o crescimento econômico. De fato nos anos 50 e 60, o conjunto dos países subdesenvolvidos registraram a maior expansão da renda per capita já registrada e os casos mais bem sucedidos de convergência – os milagres japoneses, europeus e o surgimento dos Tigres Asiáticos – são desse período ou iniciam nele. Contudo, no conjunto, os resultados ficaram muito aquém do esperado. <span id="more-4"></span>A taxa média de expansão da renda per capita era insuficiente frente ao nível de atraso e era inclusive, menor do que os países desenvolvidos. Quase todos os esforços de industrialização fracassaram – parcial ou totalmente. E os casos de maior sucesso fora do Extremo Oriente, Brasil e México, foram sucumbidos pela crise da divida dos anos 80. No final do século XX, as diferenças de renda per capita entre países subdesenvolvidos, excluindo o Leste Asiático, e as nações desenvolvidas eram maiores do que no início do período desenvolvimentista.</p>
<p>No final dos anos 90, as condições para uma nova era desenvolvimento pareciam bastante adversa:</p>
<ul>
<li>as instituições internacionais – FMI, Banco Mundial e OMC – eram muito avessas à políticas keynesianas e de industrialização;</li>
<li>a ideologia neoliberal dominavam a teoria econômica e os executores de política;</li>
<li>o pessimismo quanto à possibilidade de crescer a taxas elevadas e de que isso pudesse melhorar a qualidade de vida da população faziam com que o desenvolvimentismo não tivesse qualquer força significativa na política.</li>
</ul>
<p>Contudo, a primeira década do século XXI foi o período de maior crescimento acelerado dos países subdesenvolvido e a explicitação do caso mais radical e de maior sucesso do desenvolvimentismo – a China.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> Os clássicos de Prebisch, Baran, Rostow, Kuznets, Nurkse, Furtado, Singer, Lewis, Chenery, Rosentein-Rodan, Myrdal, Hirschman são dessa época.</p>
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