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	<title>Comentários sobre: Crise política favorece avanço de projeto que reduz maioridade penal</title>
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	<description>Progresso, bem-estar social e envolvimento democrático</description>
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		<title>Por: tania jamardo faillace</title>
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		<dc:creator><![CDATA[tania jamardo faillace]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2015 21:41:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A maioridade penal baseada apenas no intuito de ver sumirem de vista os indesejáveis, sem a menor preocupação em analisar as causas da violência e da corrupção juvenil, e a crise da própria escola, e da família brasileira, é uma amostra da irresponsabilidade dos políticos que botamos em nossos legislativos.
A corrupção é um exemplo que, inclusive, vem de cima, desses mesmos políticos, que depois penalizam aqueles que se deixam iludir e deslumbrar pelos exemplos que lhes dão os mesmos políticos e membros da elite.
E é irresponsável essa atitude, porque desconsidera a questão da consciência de culpa, fundamental para estabelecer se houve dolo ou incapacidade de agir diferente. Na Idade Média, enforcavam-se vacas que invadiam a plantação de hortaliças de um vizinho e comiam as cenouras ou parecido. Também enforcavam-se cães e gatos com os mesmos critérios de julgamento de um ser humano maior e consciente.
No que tange a incapazes jurídicos, tem-se que estabelecer a capacidade de auto-gerenciamento da pessoa. Essa depende de maturidade biofisiológica, e de assimilação da cultura vigente. Um indígena que pela primeira vez chegasse a uma cidade, não poderia ser considerado responsável se simplesmente se apoderasse de frutas ou mercadorias expostas que lhe chamassem a atenção, porque essa cultura urbana lhe desconhecida. O mesmo com doentes mentais e deficientes.
Como processar a criança de seis anos, que arrebatou o carrinho de brinquedo de outra criança na escola  ou riscou seu caderno, ou furtou sua merenda.
Há necessidade de amadurecimento e um determinado nível de cultura e convivência social para que as pessoas saibam não só o que é certo ou errado, como comportar-se adequadamente, resistir às tentações, e controlar sua agressividade natural - EDUCAÇÃO, enfim.
Não educamos nossos jovens. E a cultura de massas disponível sob a desculpa de &quot;liberdade de expressão&quot;, é outro fator que configura os exemplos morais que lhes fornecemos. 
Tania Jamardo Faillace
jornalista e escritora de Porto Alegre, RS]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A maioridade penal baseada apenas no intuito de ver sumirem de vista os indesejáveis, sem a menor preocupação em analisar as causas da violência e da corrupção juvenil, e a crise da própria escola, e da família brasileira, é uma amostra da irresponsabilidade dos políticos que botamos em nossos legislativos.<br />
A corrupção é um exemplo que, inclusive, vem de cima, desses mesmos políticos, que depois penalizam aqueles que se deixam iludir e deslumbrar pelos exemplos que lhes dão os mesmos políticos e membros da elite.<br />
E é irresponsável essa atitude, porque desconsidera a questão da consciência de culpa, fundamental para estabelecer se houve dolo ou incapacidade de agir diferente. Na Idade Média, enforcavam-se vacas que invadiam a plantação de hortaliças de um vizinho e comiam as cenouras ou parecido. Também enforcavam-se cães e gatos com os mesmos critérios de julgamento de um ser humano maior e consciente.<br />
No que tange a incapazes jurídicos, tem-se que estabelecer a capacidade de auto-gerenciamento da pessoa. Essa depende de maturidade biofisiológica, e de assimilação da cultura vigente. Um indígena que pela primeira vez chegasse a uma cidade, não poderia ser considerado responsável se simplesmente se apoderasse de frutas ou mercadorias expostas que lhe chamassem a atenção, porque essa cultura urbana lhe desconhecida. O mesmo com doentes mentais e deficientes.<br />
Como processar a criança de seis anos, que arrebatou o carrinho de brinquedo de outra criança na escola  ou riscou seu caderno, ou furtou sua merenda.<br />
Há necessidade de amadurecimento e um determinado nível de cultura e convivência social para que as pessoas saibam não só o que é certo ou errado, como comportar-se adequadamente, resistir às tentações, e controlar sua agressividade natural &#8211; EDUCAÇÃO, enfim.<br />
Não educamos nossos jovens. E a cultura de massas disponível sob a desculpa de &#8220;liberdade de expressão&#8221;, é outro fator que configura os exemplos morais que lhes fornecemos.<br />
Tania Jamardo Faillace<br />
jornalista e escritora de Porto Alegre, RS</p>
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