Arquivo mensais:fevereiro 2013

Avanços e fragilidades na gestão de Dilma


Os avanços da gestão pública brasileira puderam ser observados no sexto balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), divulgado nesta sexta-feira.

Desde o lançamento do PAC foi montado um sistema de acompanhamento e avaliação, das obras físicas e do cronograma financeiro, completo, meticuloso, quando Dilma Rousseff era Ministra-Chefe da Casa Civil.

Para cada setor – Transportes, Energia, Saneamento – é possível saber a quantidade de obras executadas, em execução, as que estão dentro do cronograma, as que estão um pouco ou muito atrasadas.

A partir dessa prestação de contas, cada analista  pode tirar suas conclusões. Os críticos enfatizarão os atrasos e concentrarão a análise no desembolso orçamentário. Os defensores centrarão a análise no cronograma físico e explicarão que o pagamento só é liberado depois da obra concluída.

Mais que isso, com a Câmara de Gestão criou-se um fórum que está ajudando a tornar eficientes os principais processos internos do Executivo.

Onde a roda pega? Na excessiva centralização imposta por Dilma Rousseff à ação de seus Ministros.

Meticulosa, perfeccionista, ela conseguia afinar todos os detalhes quando focada no PAC. Quando se entra na enorme complexidade do governo como um todo, o jogo é outro. Não é mais um trabalho exclusivo de acompanhamento físico de projetos.

É impossível a uma pessoa só, por mais capaz que seja, administrar todas as áreas, decidir sobre todos os temas, definir todos os conceitos.

No ano passado houve uma enxurrada de medidas em todas as áreas, o lançamento de programas em todos os ministérios. Mas só eram liberados depois da palavra final da presidente, da correção de cada palavra do projeto. O resultado eram atrasos permanentes. Mais que isso, falta de comprometimento dos Ministros.

Racional como é, uma hora a Presidente perceberá que é quimera a ânsia de manter todos os projetos sob controle. E certamente aprimorará a forma de gerir o Estado.

O primeiro passo será reforçar a assessoria interna – através de técnicos alocados na Casa Civil (como era quando Dilma estava lá). Esses assessores serão olhos e ouvidos da Presidente.

Depois, formar um exército de generais – de Ministros de primeiro time, não de meros gerentes. Se arranjos políticos impuserem ministros de menor fôlego, fortaleça-se a Secretaria Executiva com gestores de confiança. Mas dê-lhes autonomia.

Em cada programa, o papel da Presidente deveria ser comandar as reuniões iniciais de elaboração do projeto, definir os pontos centrais, questionar os participantes sobre as maneiras de alcançar os objetivos. Depois, deixar por conta de cada Ministro, com seus assessores acompanhando a implementação e reportando os dados a ela. E pau na moleira de quem não andar na linha ou não atender às expectativas.

Hoje em dia o papel dos Ministros é tão secundário que Dilma pode se dar ao luxo de manter peças que não funcionam. Como todos os projetos atuais são da Presidente, nenhum Ministro se julga com responsabilidade de prestar contas à sociedade, de defender o projeto e sequer de responder por seus resultados.

Não se vence uma guerra com um exército de sargentos. Quanto mais cedo se acordar para essa verdade,  mais rápido será o deslanche das ações de governo.

Joaquim Amoleceu?

Por Mauricio Dias, na “Rosa dos Ventos”, da Carta Capital:

O ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) voltou amolecido, cordato, compreensivo, após o generoso recesso do Judiciário. O tipo “malvadeza durão”, foi encarnado por ele ao longo do julgamento do chamado mensalão petista, esfumou-se. Talvez temporariamente ou, quem sabe, por força das circunstâncias.
Sob a presidência de Barbosa, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em reunião no dia 19, ao julgar o veto a patrocínios da iniciativa privada para festas de juízes, estabeleceu um nível percentual de tolerância para a ética. É mais ou menos assim: eventos promovidos por conselhos de Justiça, tribunais e escolas da magistratura podem ganhar incentivo privado de até 30%. Alguém poderá pensar: “melhorou” só porque não havia limites.

Embora tomado pelo espírito da discutida cordialidade brasileira, Barbosa ainda fez uma ponderação restritiva ao que chancelou: “É uma primeira tentativa de segregar o Poder Judiciário dessas relações duvidosas, senão promíscuas, às vezes, com o empreendimento privado”. Fez a concessão emoldurada por um discurso duro: “A minha posição, e de outros conselheiros, é no sentido de proibição total. Acho que isso virá em futuro próximo”.

Houve, no entanto, quem não cedeu. Os conselheiros do CNJ, Jefferson Kravchychyn e Jorge Hélio, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, ficaram a favor da proibição de 100%. Não queriam deixar para depois.

Esses patrocínios são uma tradição equivocada no Judiciário brasileiro. Na falta de freio tudo foi se agravando: houve congressos em resort de luxo patrocinado por instituições financeiras e a Associação Paulista de Magistrados recebeu brindes que foram distribuídos em uma festa onde, por fim, foi sorteado um carro.

“É uma verdadeira vergonha esse evento”, condenou, na ocasião, o corregedor do CNJ, Francisco Falcão. Ele anotou a transgressão na sua lista de tarefas.

Quem ousa negar um “pedidinho” de ajuda para realizar um evento da magistratura? O pedido por si só constrange, independente de outros problemas que pode criar.

Quando corregedora, a ministra Eliana Calmon, a favor do veto total ao patrocínio, tinha força na opinião pública, mas, era fraca junto às forças ocultas. Não chegou a levar a questão ao plenário. Isso foi feito pelo ministro Francisco Falcão, atual corregedor. Falcão apresentou a proposta de veto total. Mas não manteve a posição. Aderiu ao percentual aprovado.

No Conselho, a maioria votou seguindo a proposta apresentada pelos ministros Carlos Alberto de Paula e o próprio Falcão. O novo texto foi costurado no último fim de semana pelos dois.

A explicação oficial para o recuo foi político. Não se formou consenso. A decisão final foi obtida por maioria de 10 votos a 5.

Há, também, explicação oficiosa. Fontes bem informadas garantem que o Instituto Innovare, organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), que conta com apoio do sistema Globo, conseguiu demover vários integrantes do CNJ.

Não se sabe se houve proibição de brindes, de prêmios, de passagens de avião, entre outras coisas condenáveis. Essa decisão, de manga curta, do CNJ prova, entre outras coisas, que a ética no Brasil, tão invocada, avança no ritmo da nossa história: lenta e gradualmente.

Seguimos com o estandarte da esperança onde se lê: Brasil, país do futuro.

Em tempo: na mesma “Rosa dos Ventos” desta semana, Mauricio tem uma nota nem tão enigmática assim:

“Há quem garanta, em Brasília, que o ex-senador Demóstenes Torres tem fita gravada com conversas comprometedoras para um senador. O político grampeado é uma das figuras mais ambíguas da base do governo. Tanta gente já sabe disso que é possivel dizer: é mistério público.”

Arte ou propaganda para a guerra contra o Irã?

Premiado com o Oscar de melhor filme numa cerimônia transmitida diretamente da Casa Branca, o longa Argo, de Ben Affleck, apresenta um agente da CIA como herói, no exato momento em que setores da sociedade americana discutem uma possível ação militar contra o Irã, que avança em seu programa nuclear; do outro lado, Teerã promete filmar sua própria versão sobre a tomada da embaixada americana após a revolução de 1979 e qualifica o filme como islamofóbico; o trabalho de Ben Affleck é arte ou uma peça política?

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Em Brasil 247

Em 1953, um agente americano chamando Vernon Walters, que viria a ter papel decisivo no golpe militar de 1964 no Brasil, ajudou a planejar uma das primeiras intervenções internacionais tramadas pela CIA: a derrubada do iraniano Mohammed Mossadegh, que cometeu o “pecado”, para ingleses e norte-americanos, de nacionalizar o setor de petróleo. Em seu lugar, Estados Unidos e Reino Unido impuseram ao Irã um dos regimes políticos mais corruptos que o mundo já conheceu: o do xá Reza Pahlevi. Este é o pano de fundo que levou à Revolução Iraniana, em 1979, e à tomada da embaixada dos Estados Unidos por estudantes, tema do filme Argo que, ontem à noite, levou o Oscar de Melhor filme, numa cerimônia transmitida diretamente da Casa Branca (leia mais aqui sobre os antecedentes da crise em Teerã no Diário do Centro do Mundo).

O que terá levado a academia de Hollywood a, pela primeira vez na história, a associar cinema e política de forma tão explícita? Afinal, quem entregou o prêmio a Ben Affleck, diretor e ator em Argo, em que interpreta um agente da CIA, retratado como herói, foi ninguém menos que a primeira-dama Michelle Obama. Dois dias atrás, na véspera da entrega do Oscar, Teerã anunciou que descobriu novas reservas de urânio – o que torna seu programa nuclear e, portanto, sua bomba atômica, algo quase irreversível (leia mais aqui).

Há, neste momento, nos Estados Unidos, uma pressão intensa para que o governo americano tome alguma posição contra o Irã. Em 2008, na primeira eleição vencida por Barack Obama, seu rival John McCain já anunciava como plataforma de campanha o bombardeio a Teerã. E Obama, que retirou soldados do Iraque e do Afeganistão, poderia estar se preparando para uma ação militar muito mais complexa.

Argo, na visão de muitos críticos, é uma fraude histórica. Não apenas porque exalta o papel da CIA e apresenta iranianos como hordas de fanáticos, mas porque também distorce diversos fatos históricos (leia mais aqui, na análise de Harold van Kursk, no Diário do Centro do Mundo). Por isso mesmo, o governo de Teerã decidiu financiar uma superprodução local para apresentar sua própria narrativa sobre os acontecimentos. No mundo moderno, os Estados Unidos e Hollywood ainda têm imenso poder, mas não o monopólio da verdade.

Janio de Freitas: O teatrinho mambembe de Aécio Neves e Eduardo Campos

por Janio de Freitas, na Folha de São Paulo

A semana política teve a sua graça, com o teatrinho mambembe do senador Aécio Neves e do governador pernambucano Eduardo Campos. O primeiro pôs a cabeça para fora do armário, pressionado a fazer um discurso que deveria projetá-lo à liderança da oposição. O outro quis entrar no armário, para diminuir as atenções postas em sua alegada pretensão presidencial.

Aécio Neves apoiou sua “denúncia” dos “13 erros” do governo petista na ideia de que “quem governa o Brasil é a lógica da reeleição”. Muito bem visto. Com toda a certeza, Dilma Rousseff não governa com a lógica da derrota eleitoral. No que tem o exemplo deixado por todos os políticos. E, em particular, por um certo Aécio Neves no governo de Minas, que chegou até a espalhar no Estado placas de autopromoção em obras devidas ao governo federal. A queixa federal não deu resultado, mas a propaganda do então governador deu.

Desde o ano passado Fernando Henrique Cardoso e Sérgio Guerra, presidente do PSDB, insistiam com Aécio Neves, inclusive publicamente, para assumir o encargo de falar ao país pela oposição. Insistência duplamente justificada, por ser no partido o único possível candidato a presidente e pela oportuna ausência de liderança na oposição. Mas, se os erros e deficiências dos dois governos petistas fossem só os que Aécio Neves encontrou, para afinal lançar a pretendida liderança oposicionista, não haveria mesmo por que fazer oposição.

A crítica de maior alcance produzida por Aécio Neves, como uma síntese de todas, ficou na afirmação de que “tivemos um biênio perdido” (2011-12). Perdido por quem? Não por aqueles milhões que, não tendo emprego antes e não sendo herdeiros, obtiveram trabalho, salário, carteira assinada na redução do desemprego a históricos 4,4%. Também não por aqueles que, dizem os jornais apesar de si mesmos, entraram na classe média. Muito menos pelos resgatados de carências opressoras por programas assistenciais, pelas cotas universitárias, as oportunidades de consumo, e o mais que Aécio Neves sabe.

Eduardo Campos protegeu sua coerência com a criação de um neologismo: reclamou de “se eleitorizar” tanto e tão cedo a política. E tratou de se eleitorizar ali mesmo, em discurso para cerca de 200 prefeitos e sob os brados de “presidente! presidente!”

Seu discurso se eleitorizando tinha que ser crítico ao governo, do qual Eduardo Campos e o seu PSB são “aliados”: “A população está preocupada com um Brasil que não cresceu como se esperava”. Só se fosse a população pernambucana, mas nem ela, ao que se saiba fora de Pernambuco e conste sobre o governo de Eduardo Campos, no mínimo mediano.

Preocupados aparentam estar uma corrente empresarial e os economistas do mercado. Mas, se confrontados os seus ganhos e as tais preocupações, pode-se desconfiar (ou mais do que isso) de uma onda bem arranjada para extrair do governo sempre mais vantagens. E o fato é que o governo as tem concedido sem cessar.

Aécio Neves e Eduardo Campos não foram suficientes para evitar a atribuição a Lula e Dilma do lançamento da disputa sucessória. Para isso, bastou que Lula brindasse os petistas, na sua festa, com um “vamos reeleger Dilma!”. Quem precipitou essa historiada de sucessão foi, de fato, a imprensa, a partir do blablablá de Lula candidato. Na realidade, Aécio Neves enfraqueceu-se muito; Eduardo Campos alimenta o noticiário criado em torno do seu nome, mas ainda não criou fatos que substituam a artificialidade; e Dilma, como sua Minas, está onde sempre esteve. Ou seja: a rigor, por ora nada de novo.

Arquivo Nacional expõe documentos brasileiros reconhecidos pela Unesco

Paulo Virgilio na Agência Brasil

Rio de Janeiro – Quarenta e cinco acervos brasileiros que integram o programa Memória do Mundo da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) serão exibidos a partir desta terça-feira (26) em uma exposição com entrada franca no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. A mostra Arquivos do Brasil: Memória do Mundo comemora os 20 anos de existência do programa, criado pela Unesco para reconhecer como patrimônio da humanidade documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional.

Os acervos brasileiros que estarão em exposição pertencem a diversas instituições, além do próprio Arquivo Nacional. O clássico filme Limite, de Mário Peixoto, sob responsabilidade da Fundação Cinemateca Brasileira, com sede em São Paulo, os manuscritos musicais de Carlos Gomes, da Fundação Biblioteca Nacional, e o Diário de Viagens do imperador dom Pedro II, do Museu Imperial, de Petrópolis, são alguns exemplos de acervos reconhecidos pelo Programa Memória do Mundo.

Entre os que pertencem ao Arquivo Nacional, serão expostos, em vitrines climatizadas, os originais de dois documentos de importância fundamental para a história do Brasil: a Lei Áurea e a sentença dos Autos da Devassa da Inconfidência Mineira. Com exceção de quatro filmes editados a partir dos originais, os acervos de outras instituições estão reproduzidos na mostra em cerca de 400 imagens, montadas em painéis, distribuídos por nove módulos.

“A exposição tem como objetivo tornar mais conhecido o Memória do Mundo e estimular outras instituições a inscreverem seus documentos no programa da Unesco”, explica Denise de Morais Bastos, curadora da mostra que também comemora os cinco anos de instalação do comitê nacional do programa. Segundo ela, a cada ano novos acervos são reconhecidos como patrimônio da humanidade. “Em 2012 foram nominados mais dez, mas como isso ocorreu em novembro não houve tempo hábil de incluí-los na exposição”, acrescenta.

O reconhecimento feito pela Unesco como patrimônio da humanidade se dá em três níveis: nacional (no caso, o Brasil), regional (América Latina e Caribe) e internacional. Nessa última classificação, estão enquadrados até agora apenas dois acervos brasileiros. São eles a Coleção Tereza Cristina, de fotografias que pertenceram à Família Imperial, e a Rede de Informações e Contra-Informações do Regime Militar do Brasil.

“O primeiro reúne desde fotografias que retratam a família imperial a outras adquiridas por dom Pedro II de importantes fotógrafos da época e as que foram tiradas pelo próprio imperador”, diz a curadora. Já o segundo acervo abrange uma vasta documentação pertencente a nove arquivos públicos estaduais sobre a perseguição política nos anos da ditadura.

Segundo Denise de Morais Bastos, a intenção do Arquivo Nacional é que a exposição, por seu caráter educativo, se torne itinerante, levada a outros estados brasileiros. No Rio, ela fica em cartaz até 7 de junho, com visitação de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Visitas guiadas poderão ser agendadas pelos telefones (21) 2179-1291 e (21) 2179-1273. O Arquivo Nacional fica na Praça da República, 173, no centro do Rio.

Edição: Graça Adjuto

Recém eleito, Raul Castro deve se aposentar em 2018

HAVANA - Raúl Castro confirmou as expectativas e conseguiu mais um mandato de cinco anos no domingo. Prestes a completar 82 anos, ele disse, porém, que esta será sua última temporada como presidente de Cuba. Além disso, pela primeira vez lançou os refletores sobre uma jovem estrela em ascensão no Partido Comunista, o único permitido no país: Miguel Díaz-Canel, 52, foi designado primeiro vice-presidente e é agora o primeiro na linha de sucessão.

“Este será meu último mandato”, disse Raúl, que está no poder desde 2006, quando seu irmão Fidel Castro teve de se afastar por razões de saúde. Durante os anos no comando do país, Raúl tomou medidas como a expansão da presença de empresas privadas e relaxou restrições de viagem, porém sempre sem abrir mão do socialismo e do partido único.

Dezenas de manifestantes foram presos no domingo e ficaram detidos durante algumas horas, acusados de provocar desordem pública, segundo Elizardo Sánchez, dissidente que monitora os direitos humanos em Cuba.

Raúl afirmou que pretende estabelecer um limite de dois mandatos para os presidentes cubanos. Ele já havia defendido esse teto anteriormente, mas agora apresentou a mudança de maneira formal. Também falou que deverá haver limite de idade para os cargos políticos, sem citar números.

Ao tornar-se o número dois da política cubana, Díaz-Canel assumiu o posto até então ocupado pelo vice-presidente José Ramón Ventura, de 81 anos. Um engenheiro eletrônico e ex-ministro de Educação Superior, Díaz-Canel vinha aparecendo frequentemente em programas de notícias da emissora estatal do país nas últimas semanas. Ele viajou à Venezuela para a posse simbólica do presidente Hugo Chávez para seu novo mandato, enquanto o líder venezuelano se recuperava em Havana de uma cirurgia contra um câncer, e também acompanhou Raúl ao Chile, para uma cúpula regional.

(Associated Press)

http://www.valor.com.br/internacional/3020634/raul-deve-se-aposentar-em-2018-e-aponta-provavel-sucessor-em-cuba#ixzz2LuyG5B8e

Seminário: Nordeste – Como enfrentar as dores do crescimento. Assista!

Diálogos Capitais

Acompanhe agora, ao vivo, o seminário “Nordeste – Como enfrentar as dores do crescimento”, com os palestrantes convidados, os governadores Eduardo Campos (PE) e Jaques Wagner (BA), o diretor de abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, o presidente da Fiat, Cledorvino Belini, e o diretor de Operações da MPX, Marcus Temke.

O evento acontece no Mar Hotel Recife, na capital pernambucana. Clique abaixo e assista: