Policial assassinado foi abordado por PMs ligados a Cachoeira

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Por Maíra Magro | Valor

GOIÂNIA - O agente da polícia federal Wilton Tapajós Macedo, assassinado com dois tiros na cabeça em um cemitério em Brasília na semana passada, foi abordado por policiais militares ligados ao grupo de Carlinhos Cachoeira enquanto trabalhava na operação Monte Carlo.

As informações foram reveladas nesta manhã durante o depoimento do policial federal Fábio Alvarez Shor, na Justiça Federal em Goiânia. Shor é a primeira testemunha de acusação no processo penal decorrente da Monte Carlo, no qual serão julgados Carlinhos Cachoeira e outros sete réus.

Segundo Shor, o agente Tapajós fez diversas diligências na operação, acompanhando encontros de integrantes do grupo na casa de Regina Sônia de Melo, ex-servidora da Prefeitura de Luziânia (GO). “Havia constantemente encontros na casa da servidora, e ele fazia diligências para constatar. Ele foi abordado por policiais militares e teve que usar coberturas para não ser identificado e realizar o trabalho”, afirmou Shor.

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