<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Plano Nacional de Desenvolvimento: uma conversa com Carlos Lessa</title>
	<atom:link href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/blog/2011/05/10/plano-nacional-de-desenvolvimento-uma-conversa-carlos-lessa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/blog/2011/05/10/plano-nacional-de-desenvolvimento-uma-conversa-carlos-lessa/</link>
	<description>Progresso, bem-estar social e envolvimento democrático</description>
	<lastBuildDate>Tue, 27 Dec 2016 13:26:00 +0000</lastBuildDate>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.16</generator>
	<item>
		<title>Por: Flavio Lyra</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/blog/2011/05/10/plano-nacional-de-desenvolvimento-uma-conversa-carlos-lessa/#comment-424</link>
		<dc:creator><![CDATA[Flavio Lyra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2011 21:30:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/?p=984#comment-424</guid>
		<description><![CDATA[Concordo com as colocações de Carlos Lessa. Acho, porém que ele deixou de chamar a atenção para a grande fragilidade da economia brasileira que é a incapacidade de aumentar substancialmente a formação de capital. Com uma distribuição da renda que destina não mais do que 40% a remuneração do trabalho a sociedade brasileira gera um excedente econômico bastante elevado em proporção ao PIB, mas que em face da grande participação do consumo das classes alta no PIB, não tem como transformá-lo em capacidade produtiva numa proporção maior do que 18%. Em consequência, os investimentos na infraestrutura econômica e na capacitação tecnológica ficam muito aquèm do necessário para acompanhar a dinâmica de outras economias, como a China e a Índia. A política econômica que possíbilita altas taxas de valorização do capital financeiro, alimentando um setor financeiro hipertrofiado, certamente responde pela baixa capacidade de acumulação produtiva. A hipertrofia do sistema financeiro e a atrofia do setor industrial são duas faces da mesma moeda. Sem a correção dessa distorsão não haverá como alcançarmos o dinamismo das economias chineza, indiana e coreana.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com as colocações de Carlos Lessa. Acho, porém que ele deixou de chamar a atenção para a grande fragilidade da economia brasileira que é a incapacidade de aumentar substancialmente a formação de capital. Com uma distribuição da renda que destina não mais do que 40% a remuneração do trabalho a sociedade brasileira gera um excedente econômico bastante elevado em proporção ao PIB, mas que em face da grande participação do consumo das classes alta no PIB, não tem como transformá-lo em capacidade produtiva numa proporção maior do que 18%. Em consequência, os investimentos na infraestrutura econômica e na capacitação tecnológica ficam muito aquèm do necessário para acompanhar a dinâmica de outras economias, como a China e a Índia. A política econômica que possíbilita altas taxas de valorização do capital financeiro, alimentando um setor financeiro hipertrofiado, certamente responde pela baixa capacidade de acumulação produtiva. A hipertrofia do sistema financeiro e a atrofia do setor industrial são duas faces da mesma moeda. Sem a correção dessa distorsão não haverá como alcançarmos o dinamismo das economias chineza, indiana e coreana.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
