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	<title>Comentários sobre: Diálogo Desenvolvimentista No 33: as sondas da Petrobrás e a mídia brasileira</title>
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	<description>Progresso, bem-estar social e envolvimento democrático</description>
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		<title>Por: Desenvolvimentistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Desenvolvimentistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 20:20:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eis as minhas observações sobre o tema:

1) Têm equipamentos para os quais não existe capacitação brasileira, no momento, para fabricá-los e são poucas as empresas do mundo que os produzem. É claro que nós poderíamos passar a fabricá-los, mas seria, comparativamente, um esforço muito grande. Entretanto, chuto que estes não ultrapassariam 5% a 10% dos investimentos de um campo. Um engenheiro da Petrobrás deu uma palestra no Clube de Engenharia e, com muita competência, descreveu a capacitação brasileira, atual e em futuro próximo, para estes fornecimentos.

2) O que matou um número impressionante de empresas nacionais fornecedoras da Petrobrás (não sei se foram 5.000 - pode ter sido) foi a ordem dada à empresa, durante o governo FHC, para comprar no local do mundo onde o produto fosse mais barato. Foi na época em que muitas plataformas foram compradas em Cingapura etc.

3) O Decreto 3161, que, salvo engano, é o que instituiu o sistema de tarifação especial para o setor de petróleo chamado Repetro, não fez o que está dito no texto abaixo. O Repetro isentou dos impostos federais, tanto os produtos importados quanto os nacionais.
Alem disso, o governo federal de então solicitou ao CONFAZ, em dois momentos separados, a isenção do ICMS para os produtos importados e os nacionais. O CONFAZ deu a isenção para os importados e a negou para os nacionais. Então, quem trouxe a taxação maior para os produtos nacionais, em compação com os importados, foi o CONFAZ e, não, o Repetro.
No entanto, sou favorável à conclusão dita no texto: &quot;acabar com o 3161&quot;. Sou favorável não porque este ato induzirá as compras locais (não haverá esta indução pelo que acabei de explicar), mas, porque o Estado brasileiro precisa arrecadar mais impostos do setor de petróleo, um setor que tem uma lucratividade excepcional. 

4) Os liberais, quando criaram o Repetro, tinham em mente dar um atratativo adicional para as petrolíferas estrangeiras que viessem investir no Brasil, pois, alem do petróleo descoberto que passaria às mãos delas. elas iriam importar plataformas sem pagar impostos.
No final, &quot;o tiro saiu pela culatra&quot;, pois a Petrobrás conseguiu implantar no período um grande número de campos e, com isto, foi a empresa que mais o Repetro beneficiou, usufruindo da isenção de impostos. Com isto, conseguiu amealhar mais recursos, que permitiu a ela arrematar mais blocos nos leilões da ANP, excluindo grupos estrangeiros.

Mais teria a comentar, mas já está grande. Abraços,]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eis as minhas observações sobre o tema:</p>
<p>1) Têm equipamentos para os quais não existe capacitação brasileira, no momento, para fabricá-los e são poucas as empresas do mundo que os produzem. É claro que nós poderíamos passar a fabricá-los, mas seria, comparativamente, um esforço muito grande. Entretanto, chuto que estes não ultrapassariam 5% a 10% dos investimentos de um campo. Um engenheiro da Petrobrás deu uma palestra no Clube de Engenharia e, com muita competência, descreveu a capacitação brasileira, atual e em futuro próximo, para estes fornecimentos.</p>
<p>2) O que matou um número impressionante de empresas nacionais fornecedoras da Petrobrás (não sei se foram 5.000 &#8211; pode ter sido) foi a ordem dada à empresa, durante o governo FHC, para comprar no local do mundo onde o produto fosse mais barato. Foi na época em que muitas plataformas foram compradas em Cingapura etc.</p>
<p>3) O Decreto 3161, que, salvo engano, é o que instituiu o sistema de tarifação especial para o setor de petróleo chamado Repetro, não fez o que está dito no texto abaixo. O Repetro isentou dos impostos federais, tanto os produtos importados quanto os nacionais.<br />
Alem disso, o governo federal de então solicitou ao CONFAZ, em dois momentos separados, a isenção do ICMS para os produtos importados e os nacionais. O CONFAZ deu a isenção para os importados e a negou para os nacionais. Então, quem trouxe a taxação maior para os produtos nacionais, em compação com os importados, foi o CONFAZ e, não, o Repetro.<br />
No entanto, sou favorável à conclusão dita no texto: &#8220;acabar com o 3161&#8243;. Sou favorável não porque este ato induzirá as compras locais (não haverá esta indução pelo que acabei de explicar), mas, porque o Estado brasileiro precisa arrecadar mais impostos do setor de petróleo, um setor que tem uma lucratividade excepcional. </p>
<p>4) Os liberais, quando criaram o Repetro, tinham em mente dar um atratativo adicional para as petrolíferas estrangeiras que viessem investir no Brasil, pois, alem do petróleo descoberto que passaria às mãos delas. elas iriam importar plataformas sem pagar impostos.<br />
No final, &#8220;o tiro saiu pela culatra&#8221;, pois a Petrobrás conseguiu implantar no período um grande número de campos e, com isto, foi a empresa que mais o Repetro beneficiou, usufruindo da isenção de impostos. Com isto, conseguiu amealhar mais recursos, que permitiu a ela arrematar mais blocos nos leilões da ANP, excluindo grupos estrangeiros.</p>
<p>Mais teria a comentar, mas já está grande. Abraços,</p>
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		<title>Por: Desenvolvimentistas</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/blog/2011/04/28/dialogo-desenvolvimentista-33-sondas-da-petrobras-midia-brasileira/#comment-416</link>
		<dc:creator><![CDATA[Desenvolvimentistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 20:20:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Parabens, pelos textos. Trazem à verdade à tona em questões bem concretas. O discursos neoliberal de modernização do parque industrial brasileiro foi uma grande farsa para encobrir os interesses ligados à internacionalização dependente da economia brasileira.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabens, pelos textos. Trazem à verdade à tona em questões bem concretas. O discursos neoliberal de modernização do parque industrial brasileiro foi uma grande farsa para encobrir os interesses ligados à internacionalização dependente da economia brasileira.</p>
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